quinta-feira, 30 de julho de 2009

Francofolies

Começa hoje o festival Francofolies de Montreal.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

25/07/2009

No dia 25 de julho de 2008, desembarcava em Montreal. Hoje, completo um ano por essas bandas e, desde então, muita coisa aconteceu! Estou satisfeita com o que vivi até agora, contente por ter me proporcionado essa experiência e pronta para seguir em frente. Alors, on y va!

terça-feira, 21 de julho de 2009

Ai, ai...

Está tudo tão paradinho por aqui, né?

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Gente Nova No Pedaço

Tem gente nova no pedaço. Desde anteontem, dois rapazes passaram a dividir o escritório com nossa pequena equipe de trabalho. Ou melhor, com a meia dúzia de gatos pingados que sobrou depois da onda de demissões que abalou minha empresa há cerca de três meses. Como sempre, ninguém nos informa sobre nada ou manda um aviso anunciando as mudanças. Sim, por aqui, ou ao menos no meu trabalho, você somente se dá conta de que alguma coisa mudou quando tudo já aconteceu. E foi assim que percebi as duas novas criaturas que agora fazem parte da nossa paisagem.
Pelo que entendi, eles são de outra empresa e ali chegaram apenas para dividir o mesmo espaço. Para nossos padrões brasileiros de trabalho, essa divisão de território soa um tanto quanto estranha. Mas, como nos tornamos um grupo enxuto e deve ter pesado no bolso o pagamento do aluguel, acredito que alguém tomou a decisão de dividir os gastos da imensa sala onde estamos.
Assim, os novos coleguinhas ocupam agora a parte da frente do escritório, logo na entrada, enquanto nós fomos instalados mais no fundão. O mais curioso de tudo isso é perceber que, embora estejamos todos num mesmo ambiente, nenhum dos dois grupos se fala. É como se houvesse uma separação imaginária, muros ou paredes invisíveis que nos separam. Aliás, os dois novos funcionários recém chegados se comunicam o tempo todo em inglês, ou pelo menos nunca os escutei pronunciar um simples oui.
Da minha parte, dei uma risadinha para o time de lá e um dos rapazes até que foi receptivo. Chamo isso de network, pois como minha situação continua incerta no meu emprego, acho que não custa nada ser amigável e fazer a política da boa vizinhança com os novos amiguinhos. Vai que numa hora dessas eu tenho de sair do fundão da empresa e passar para a frente do escritório.

O Gato Comeu!

Cadê o verão que tava aqui?????? O gato comeu!!!!!!! A chuva deu uma trégua hoje, mas promete voltar firme e forte a partir de amanhã com seu inconfundível ventinho "fresco" soprando nas orelhas. Definitivamente, o santo que se ocupa do tempo aqui no Quebec não deve ser da ala francesa e, portanto, católica. Será, então, que é o lado inglês que importou esse chuvinha da Inglaterra????

terça-feira, 14 de julho de 2009

Vida Boa

Gigi, minha locatária, saiu de férias por dois dias e só volta na quinta-feira à noite. Ficarei sozinha em casa por esses dias. Ai, essa vida boa é tão chata!

domingo, 12 de julho de 2009

Programinha de domingo

Hoje, foi o último dia do Festival Internacional de Jazz. O espetáculo de encerramento contou com a apresentação de Ben Haper e o público compareceu em massa. Eu fui ver o show na companhia de Rodrigo, que chegou há duas semanas em Montreal, e Jorge, em sua primeira visita pela cidade depois de desembarcar ontem por aqui. Ambos são de Brasília. Falamos bastante português, rimos e terminamos a noite num café 24 horas. Programinha sossegado para um fim de domingo levemente chuvoso.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Quando as Pessoas Circulam

A essa hora, Nathalie deve estar chegando em Paris. Eu e Samir fomos ao aeroporto hoje à tarde nos despedir pela última vez. Fazia um calor forte em Montreal, dia ensolarado como há muito não se via. Rimos bastante e combinamos que em breve ela mandará notícias. Foi uma despedida tranquila, algo divertido e leve como sempre o é com Nathalie.
Uma amiga vai embora e outros chegam. No caminho de volta do aeroporto, falo com Rodrigo pelo celular e marcamos de nos encontrar no metrô Mont Royal para dar uma volta pela cidade. Recém-chegado ao Quebec há apenas uma semana, Rodrigo veio de Brasília e, ao que tudo indica, é um cara do bem. Gosto dessa movimentação, do vai e vem, quando as pessoas circulam.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

À Bientôt, Nathalie

Hoje à noite, sairei pela última vez com Nathalie, minha amiga francesa que conheci logo que cheguei em Montreal. Depois de quase um ano de convivência, amanhã ela volta definitivamente para Paris. Assim como eu, Nathalie chegou no Quebec sozinha, de mala e cuia e aqui desembarcou em 9 de julho de 2008, se não estou enganada. Encontramo-nos pela primeira vez no grupo de conversação inglês-francês e rapidamente nos identificamos.
Desde então, nos tornamos parceiras nas aventuras pelo Quebec, desbravamos a cidade, saímos em busca de novas amizades, passamos pelas quatro estações e principalmente enfrentamos corajosamente o frio mortal de Montreal, além, é claro, de compartilhamos nossas experiências e dúvidas tão comuns quando se está num país estranho. Nathalie foi, sem dúvida, a pessoa com quem realmente consegui romper a barreira das relações superficiais e estabeleci um vínculo de amizade. Foi minha companheira de viagem, minha copine.
Por tudo isso, não estou triste com sua partida. Claro, as despedidas nunca são fáceis, mas entre as milhares de coisas que tenho vivenciado por aqui, aprendi que o desapego talvez seja uma das mais marcantes. Afinal, pessoas interessantes cruzam seu caminho, ficam um tempo precioso na sua vida e depois vão embora fazendo planos de se encontrarem em breve em qualquer outro canto do planeta. E assim selamos nosso voto de amizade e nos despedimos com um singelo à bientôt.

Nathalie em momento zen poucos meses depois que nos conhecemos no Quebec

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Vai Tudo Bem

Por aqui, tudo segue com tranquilidade. Prestes a completar um ano em Montreal este mês, diria que depois de um certo tempo, a vida ganha uma rotina, entra nos eixos e as novidades, que antes pipocavam neste blog, tornam-se mais raras. Eis a razão pela qual tenho me ausentado com mais frequência neste espaço, porque nem sempre considero interessante e muito menos inspirador, pelo menos para mim, contar detalhes que sob meu ponto de vista se tornaram corriqueiros.
Isso significa dizer que em casa, vai tudo bem com Ginette. Depois de oito meses dividindo o mesmo teto, acho que conseguimos estabelecer uma relação mais confiável e civilizada. Claro, morar com outra pessoa nunca é fácil, mas dia desses me dei conta de que nossa convivência caminhava bem quando ela expressou sua satisfação ao dizer que me considerava uma pessoa séria e cuja conduta era impecável.
Enquanto a paz reina no nosso lar, Gigi segue firme e forte no seu plano de ataque para encontrar outro namorado. Sim, trata-se de verdade de um plano de ataque, pois posso dizer que minha locatária vai literalmente à luta quando o assunto é conquistar um homem. Vale até investir em livros de auto-ajuda, comprar roupas, participar de palestras de psicólogos-gurus- conselheiros amorosos e, conforme ela mesma não cansa de repetir, lançar mão de uma lista de virtudes que o futuro candidato deve preencher.
Morro de rir quando ela repete: "ele (o futuro namorado) me parece ser interessante, mas ainda tenho algumas coisas para validar". Pois é, lista de supermercado é pouco para Ginette. Pobre daquele que se encantar por Gigi, pois a mulher é osso duro de roer.
No trabalho, sigo com minhas atividades, apesar da crise anunciada e a onda de demissões que assolou a empresa alguns meses atrás. Continuo por aqui, esperando tomar uma bota, mas enquanto isso não acontece, coloco em ação os neurônios Tico e Teco, pois definitivamente não é preciso mais do que isso para executar as tarefas pelas quais sou responsável.
Nas ruas, o verão ainda não deu as caras. O mês de julho está aí mas a chuva tem nos acompanhado desde abril! Ok, sei que não me canso de queixar do clima por aqui, mas confesso que é um duro golpe no ânimo a ausência de sol por tão longo período. Afinal, de outubro a março fez frio e, de abril até agora, chuva todos os dias, céu cinza e temperaturas amenas, para não dizer, frias.
Enquanto aguardo o calor chegar (se é que um dia ele chegará), continuo batendo pernas por Montreal. Desta vez, conhecendo melhor os lugares, ruas e referências. A cidade me parece bastante familiar. Por esses dias, idas e vindas ao Festival Internacional de Jazz, afinal, como terminei meu curso de ingles na McGill, tenho as noites livres para aproveitar as atividades de verão. Enfim, vai tudo bem, apesar das saudades de casa (sinto falta de Sampa!!!) e da solidão, que às vezes aperta.

sábado, 4 de julho de 2009

Chuva

Chove, chove, chove sem parar há uma semana em Montreal. Seria este o verão tão esperado e desejado pelos quebequenses?